8 de ago de 2017

Poema da Manhã

Quatro e meia...
uma taça de vinho ainda cheia,
dorsinha chata na cabeça,
desperto querendo que não alvoreça.

Mais um cochilo...
escuto um faceiro grilo,
na verdade do gato um estremido,
fome de um rajado felino.

Segunda e suas vicissitudes,
pragmatismo e suas atitudes,
tenho que levantar,

e mais uma semana enfrentar,
o que fazer?
Vamos lá!